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Tradicionalmente, a economia local gira em torno da agropecuária, contendo em sua maioria minifúndios e pequenas propriedades, sendo 357, 83,81% do número de propriedades rurais. Porém, representam apenas 20,64% da área total

cadastrada (7.456,6 ha), com área média de 20,89 ha. Em contra partida, 17 propriedades ocupam 57,72% da área (INCRA, 2002). Tais números conferem a Jaguapitã uma grande desigualdade no acesso a terra, com Índice de Gini igual a 0,7117 e área média de 99,66 hectares. Embora alto, este índice é menor que o do Paraná (0,738, com área média de 39,5 hectares) e o do Brasil (0,860 e área média de 70,02 hectares).

Da área total explorada, 64% é constituída de pastagens, no restante, são cultivadas as lavouras anuais, predominantemente soja e milho em rotação com trigo e aveia preta, em sistema de cultivo semi-direto, pois não há rotação de culturas, exceto pela aveia preta, porém utilizada para colheita de sementes para a próxima safra e não para produção de cobertura vegetal. Estas lavouras são totalmente mecanizadas.

Na agropecuária destacam-se 5 produtos, que juntos, representam 70,66% (40.716.737,15 reais) do VBP (Valor Bruto Agropecuário). Sendo eles, aves de corte (19,98%), bovinos (14,70%), cana-de-açúcar (14,31%), ovos galados (11,30%) e a soja (10,37%).

A cidade ainda conta com algumas indústrias de pequeno e médio porte e do comércio varejista. Nas últimas 2 décadas, o setor primário têm diminuído sensivelmente sua participação no PIB devido ao fato do grande crescimento de indústrias de mesas de bilhar (contendo o maior número de empresas desse ramo no Brasil) e de 2 abatedouros de aves de médio porte, sendo estes os maiores geradores de empregos no município.

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